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A importância dos hábitos de higiene e do uso da máscara durante o período de pandemia

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Com o crescente número de casos registrados da Covid-19, é cada vez mais necessária a mudança dos hábitos de higiene, que quando não praticados, podem ocasionar sérios problemas de saúde e levar o indivíduo até ao óbito. É correto afirmar que a propagação do coronavírus ocorre pela falta de proteção natural no ser humano e por ele representar uma ameaça que é a propagação do vírus. As únicas defesas nas quais dispomos para evitar que se alastre, é ter todos os cuidados básicos, como desinfectar o ambiente, lavar as mãos com frequência de forma correta e utilizar máscaras, que vai além da proteção individual. Nunca é demais ter em mente também,  a importância do uso do álcool em gel 70º.

O uso da máscara evita que a pessoa se contamine, mas o principal objetivo é evitar que a pessoa possa estar contaminando o ambiente e comprometendo a integridade da saúde de terceiros, que venham a ter acesso ao mesmo local. A Anvisa publicou a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020, que orienta os profissionais de saúde a utilizarem máscaras N95 ou equivalentes por um período maior que o indicado pelos fabricantes, desde que a máscara esteja íntegra, limpa e seca.

A Agência não orienta o uso de máscaras vencidas, mas indica o uso além do prazo de validade designado pelo fabricante. Isso porque muitos desses produtos têm indicação de descarte a cada uso. 

A orientação foi definida pela Anvisa em conjunto com representantes de diversas associações de profissionais da área de controle de infecções, além do Ministério da Saúde, durante reunião ocorrida na última sexta-feira (20/3). 

A indicação é necessária, já que devido ao coronavírus muitos profissionais relatam baixos estoques para atender os pacientes graves em UTIs. Este problema não ocorre só no Brasil e tem sido vivenciado em diversos países do mundo. Desta forma, a Agência utilizou como base o que os outros países, como os Estados Unidos, por exemplo, estão fazendo neste período de emergência. 

Para o cidadão comum, a indicação é o uso de máscara caseira, para que o EPI industrializado não falte para o profissional da saúde. Nesse caso, sua utilização como medida de diminuição do risco de contágio, passou a ser obrigatório em muitos estados. É importante atentar para o uso adequado e para os cuidados de higiene também indispensáveis ao acessório. Sua lavagem deve ser frequente e de forma correta. Não sendo desta forma, ao invés de prevenir a si e ao próximo, a máscara pode representar um agravante no contágio da doença.

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